O ArrependimentoEu não tenho mapas.Não conheço o caminho.No peito levo farpasque me deixaram sozinho.Na ignorância dos meus sentidos,na incompreensão dos sentimentos,me tornei bandido,transformando amor em sofrimento.No meu discurso de injúrias,no orgulho exacerbado,tomado pela vergonhosa fúriade não compreender o outro lado.Agora, o arrependimento.Um fardo doloroso e pesado,por me deixar num breve momentoser tomado pelo ódio do passado.Não há glória na vaidade.Uma mera e tola fantasiaque nos leva a melhor idadecom seu traço de ironia...Ficamos nós com a saudade,lamentando os atos covardescom a longínqua sobriedadeque chegou tarde demais.quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
O ArrependimentoEu não tenho mapas.Não conheço o caminho.No peito levo farpasque me deixaram sozinho.Na ignorância dos meus sentidos,na incompreensão dos sentimentos,me tornei bandido,transformando amor em sofrimento.No meu discurso de injúrias,no orgulho exacerbado,tomado pela vergonhosa fúriade não compreender o outro lado.Agora, o arrependimento.Um fardo doloroso e pesado,por me deixar num breve momentoser tomado pelo ódio do passado.Não há glória na vaidade.Uma mera e tola fantasiaque nos leva a melhor idadecom seu traço de ironia...Ficamos nós com a saudade,lamentando os atos covardescom a longínqua sobriedadeque chegou tarde demais.
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